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As dores no joelho estão entre as queixas mais comuns da terceira idade, mas com diagnóstico correto, exercícios adequados e acompanhamento constante é possível manter a autonomia e viver com mais conforto e mobilidade. Andar, sentar, subir escadas, levantar da cama ou simplesmente se equilibrar para calçar um sapato — tarefas simples que, com o …

As dores no joelho estão entre as queixas mais comuns da terceira idade, mas com diagnóstico correto, exercícios adequados e acompanhamento constante é possível manter a autonomia e viver com mais conforto e mobilidade.

Andar, sentar, subir escadas, levantar da cama ou simplesmente se equilibrar para calçar um sapato — tarefas simples que, com o passar dos anos, podem se tornar um verdadeiro desafio para muitos idosos. A dor no joelho é uma das principais causas de limitação funcional nessa fase da vida e afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

O joelho é uma das articulações mais exigidas do corpo humano. Ele suporta o peso, permite os movimentos das pernas e absorve o impacto de cada passo. Com o envelhecimento, essa estrutura complexa sofre o desgaste natural da cartilagem, tornando-se mais suscetível a dores, inflamações e rigidez.

Embora o desconforto possa parecer inevitável, há boas notícias: é possível aliviar os sintomas, recuperar parte da mobilidade e preservar a independência com cuidados específicos e acompanhamento adequado.

Por que as dores no joelho são tão comuns na terceira idade?

O envelhecimento afeta não apenas a força muscular, mas também os tecidos que envolvem as articulações. A cartilagem — responsável por amortecer o atrito entre os ossos — perde espessura e elasticidade com o tempo. Além disso, o corpo produz menos líquido sinovial, o que reduz a lubrificação interna da articulação.

Entre as principais causas das dores no joelho em idosos estão:

1. Artrose (osteoartrite)

É a causa mais frequente. A artrose é o desgaste progressivo da cartilagem que reveste os ossos. Com o tempo, esse atrito provoca dor, inchaço, rigidez e até deformidades. Os sintomas pioram ao final do dia ou após longos períodos em pé.

2. Desgaste natural da cartilagem

Mesmo sem um diagnóstico de artrose, o simples envelhecimento já provoca perda da cartilagem. O joelho torna-se mais sensível ao esforço e o movimento pode gerar dor.

3. Sedentarismo

A falta de atividade física enfraquece os músculos que sustentam a articulação, aumentando a sobrecarga sobre o joelho. O sedentarismo também compromete o equilíbrio e favorece quedas.

4. Sobrepeso

Cada quilo a mais no corpo representa uma carga significativa sobre os joelhos. O excesso de peso acelera o desgaste da cartilagem e causa inflamações recorrentes.

5. Lesões antigas

Entorses, rupturas de ligamentos ou fraturas mal cicatrizadas na juventude podem deixar sequelas que se manifestam com o envelhecimento.

6. Alterações posturais e uso inadequado do calçado

Sapatos sem amortecimento, salto alto ou solado muito rígido aumentam a pressão sobre o joelho. Além disso, desvios nos pés e quadris alteram a mecânica da marcha, agravando o desconforto.

Como a dor no joelho afeta a qualidade de vida do idoso

A dor articular limita não apenas o movimento físico, mas também a autonomia e o bem-estar emocional. Muitos idosos reduzem suas atividades por medo de cair ou por dor ao caminhar, o que leva ao sedentarismo e, consequentemente, ao enfraquecimento muscular. É um ciclo difícil: quanto menos se movimenta, mais dor sente.

Essa limitação pode afetar a autoestima, gerar isolamento e até favorecer quadros de depressão. A dor constante interfere no sono, altera o humor e tira o prazer das pequenas atividades cotidianas — como caminhar no parque ou visitar os netos.

Além disso, a instabilidade no joelho aumenta o risco de quedas, uma das principais causas de internação e fraturas na terceira idade.

Formas eficazes de aliviar o desconforto

Apesar de ser um problema comum, a dor no joelho pode ser controlada com uma combinação de medidas simples e eficazes. O segredo está em buscar orientação médica precoce e adotar hábitos que fortaleçam o corpo sem sobrecarregar as articulações.

1. Fisioterapia

A fisioterapia é um dos recursos mais importantes para o tratamento da dor no joelho. Os exercícios orientados ajudam a melhorar a mobilidade, fortalecer os músculos das pernas e estabilizar a articulação. Além disso, técnicas como alongamento, eletroterapia e terapia manual reduzem a inflamação e devolvem a confiança para se movimentar.

A frequência e o tipo de exercício devem ser definidos por um fisioterapeuta, considerando as limitações de cada idoso.

2. Exercícios de baixo impacto

Movimentar-se é fundamental — mesmo para quem sente dor. Atividades leves, como caminhadas curtas, hidroginástica, bicicleta ergométrica e alongamentos, melhoram a circulação e a lubrificação das articulações. A água, por exemplo, reduz o impacto sobre o joelho e permite movimentos com mais liberdade e menos dor.

O ideal é manter uma rotina regular, respeitando os limites do corpo. A constância traz resultados muito melhores do que o esforço pontual.

3. Fortalecimento muscular

Os músculos das coxas e panturrilhas funcionam como “escudos” que protegem o joelho. Quando estão fracos, a articulação absorve todo o impacto dos movimentos. Exercícios supervisionados, como elevação de pernas, flexão leve de joelhos e treino de equilíbrio, ajudam a reduzir a dor e melhorar a postura.

4. Compressas e cuidados caseiros

Compressas mornas podem aliviar a rigidez e a dor muscular. Já as frias ajudam a reduzir inchaços e inflamações, especialmente após esforço físico. Além disso, manter as pernas elevadas ao fim do dia e evitar longos períodos sentado ajuda na circulação e reduz o inchaço.

5. Controle do peso

Em muitos casos, perder poucos quilos já representa grande alívio para os joelhos. Um estudo publicado pela Arthritis Foundation mostra que cada quilo eliminado reduz em até quatro vezes a carga sobre as articulações durante o movimento.

Manter uma alimentação equilibrada, com frutas, verduras, proteínas e pouca ingestão de alimentos ultraprocessados, contribui diretamente para o controle do peso e da inflamação no corpo.

6. Uso de bengalas ou andadores

Quando a dor ou a instabilidade comprometem o equilíbrio, o uso de bengalas e andadores pode devolver segurança e independência. Esses recursos ajudam a distribuir o peso corporal e reduzem o impacto sobre as articulações. O uso deve ser orientado por um fisioterapeuta para garantir que o equipamento tenha a altura e o apoio corretos.

7. Acompanhamento médico e tratamento personalizado

O ortopedista é o profissional indicado para avaliar as causas da dor e indicar o tratamento mais adequado. Em alguns casos, podem ser necessários medicamentos, infiltrações com ácido hialurônico ou suplementação de colágeno. Em situações mais avançadas, cirurgias como a prótese total de joelho devolvem a mobilidade e reduzem a dor de forma significativa.

A importância do movimento e da prevenção

Evitar o sedentarismo é uma das medidas mais eficazes para preservar a saúde das articulações. O corpo humano foi feito para se movimentar — e, quanto mais o idoso se mantém ativo, melhor funciona o sistema muscular e circulatório.

A prática regular de atividades físicas ajuda a lubrificar o joelho, melhora o equilíbrio e fortalece a musculatura. Além disso, contribui para a saúde mental, reduz o estresse e aumenta a disposição.

Pequenas mudanças na rotina fazem diferença: levantar-se a cada hora, caminhar curtas distâncias, subir poucos degraus por dia ou realizar alongamentos simples são atitudes que mantêm o corpo em movimento de forma segura.

O papel do cuidador no apoio à mobilidade

O cuidador tem um papel essencial no acompanhamento de idosos com dor no joelho. Ele ajuda na execução dos exercícios indicados pelo fisioterapeuta, orienta sobre o uso correto de apoios, auxilia em deslocamentos e garante que o ambiente esteja livre de riscos de queda.

Na Geração de Saúde, os cuidadores são capacitados para estimular a autonomia com segurança. Durante o atendimento domiciliar, observam o nível de dor, ajudam a aplicar compressas, incentivam alongamentos leves e acompanham o idoso em caminhadas curtas ou sessões de fisioterapia.

Esse suporte profissional faz toda a diferença: o idoso se sente mais confiante, menos dependente e mantém uma rotina ativa sem riscos desnecessários.

Envelhecer com movimento é possível

Ter dor no joelho não significa abrir mão da liberdade. Com os cuidados certos, é possível controlar o desconforto, fortalecer o corpo e viver com mais bem-estar. O segredo está em buscar ajuda cedo e manter hábitos saudáveis.

A Geração de Saúde é referência em cuidado domiciliar humanizado, com equipe treinada para acompanhar idosos com dores articulares, mobilidade reduzida e limitações físicas.
Seus cuidadores são orientados por profissionais de enfermagem e preparados para lidar com as necessidades individuais de cada paciente, respeitando seu ritmo e promovendo uma rotina ativa e segura.

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